11.1.15

Leitura: A Menina que Brincava com Fogo

Sem pc. E mais uma foto DAQUELAS!!!!
Em julho, minha mãe comprou A Menina que Brincava com Fogo, e logo depois que terminei de ler O Salmão da Dúvida eu comecei a lê-lo. Mas como o livro é um bíblia (tem mais de 600 páginas), eu parei na página 40, por preguiça. Acontece que eu fui passar o Ano Novo em uma praia, e a melhor coisa para se fazer na praia, ou quando se viaja, é ler. E eu não tinha nada para ler. Tava terminando minhas releituras da série O Guia do Mochileiro das Galáxias e precisava de algo a mais. E minha mãe lembrou que esse livro tava lá, esperando...

A Menina que Brincava com Fogo, de Stieg Larsson é o segundo da trilogia Millenium. E continua tão bom quanto Os homens que não Amavam as Mulheres. É, meus caros.

E a coisa toda é, inicialmente, isso: Dois anos depois da Lisbeth e Mikael terem terminado seus trabalhos (do livro um), tem mais treta envolvendo a revista Millenium (na qual, Mikeal é  editor-chefe). O assassinato de um jornalista que estava trabalhando num material especial para a revista, mais o de Bjurman (como explicar a situação dele na coisa toda?) coloca a Lisbeth como principal culpada. Mikael acredita que a treta toda só começou por causa do material de Dag, começa a sua própria investigação. E a coisa toda se desenvolve. (O tenso é que são muitos fundos, e é difícil explicar a coisa toda.)
O glitter fica fofo em foto. É. Legal.
Apesar de suas 607 páginas na minha versãozinha econômica, assim que eu peguei o ritmo, fui indo, e só não li mais rápido porque estava na casa dos outros e é feio ficar lendo o tempo todo. O livro tem esse tanto de páginas porque é tudo MUITO DETALHADO. De um jeito irritante. É tipo assim: "Ah, ela foi no mercado, e comprou dois pães, três tortas, um pedaço médio de queijo, e café. Voltou por volta das duas da tarde, e sentou no sofá que ficava na extremidade direita da sala de seu apartamento." Sem brincadeira, é assim.

Mas a estória ainda é bem genial. Por se tratar de um gênero policial, acho que, vez em quando, esse monte de detalhe que te dá tédio é importante. Criar suspense. Estender sua estádia na tortura de descobrir o que realmente é. E por isso, não vi como ponto negativo, aliás, o primeiro da série eu li em dois dias (e é tão extenso quanto esse....), e ele também e cheio de detalhes inúteis. Tem uma fala de algum livro do Mochileiro das Galáxias (não me pergunte em qual deles, considerando que eu, nas duas vezes que li todos, li um seguido do outro, não faço ideia de como me situar nas citações e situações menos marcantes de cada) que repudia essa prática. E eu concordo. Mas é a vida. E a coisa é: toda regra tem sua exceção.
São 607 páginas, meus caros.
O ponto mais positivo é que a coisa vai se desenrolando aos poucos. Enquanto eles avançam nas investigações, a coisa vai indo, e não fica tudo pro final, tipo, TA-DAH! E AÍ, É ISSO!!!!!11!!11111!!!1111! O ponto negativo é a enrolação. Se você não curte nem um pouco, mesmo que o livro seja bom, não começa. E também o começo. que é um desperdício. São umas 50 páginas que não servem pra muito não...

Minha nota, é , no fim, 5/5.

2 comentários:

  1. Que bom que você gostou, eu ganhei a trilogia de Natal e estou no primeiro livro, já tinha visto o filme. Beijocas
    Blyza

    Divas Pin Up

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  2. adorei quando você falou "o livro parece uma bíblia" ha ha
    http://anunciosparceriasdivulgacao.blogspot.com.br/

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não vou retribuir sua visita.